Apenas duas semanas após o término da turnê American Heart na Inglaterra, Benson Boone anunciou, no domingo (29 de março), as datas da sua próxima turnê de verão de 2026, Wanted Man. O anúncio foi feito com um vídeo divertido onde ele exibe seus bíceps enquanto quebra ovos e, curiosamente, adiciona melancia, banana e cebola à massa, criando um bolo lindo com uma foto do cantor coberta com glacê e algumas piadas autodepreciativas sobre sua imagem pública (“O artista de um único sucesso — a internet inteira e “acrobacias e mágicas inclusas”).
A turnê de 34 datas está programada para começar em 7 de julho na PPG Paints Arena, antes de seguir para Baltimore, Brooklyn, Newark, Boston, Albany, Cincinnati, Indianápolis, Milwaukee, St. Louis, Denver, Seattle, Los Angeles, Las Vegas, San Diego, Phoenix, Dallas, Nova Orleans, Jacksonville e Kansas City, e terminar em 3 de setembro em Casper, Wyoming, no Ford Wyoming Center.
A pré-venda começa na quarta-feira (1º de abril) às 11h, horário local, e a venda oficial tem início na sexta-feira (3 de abril) às 11h; clique aqui para obter informações sobre ingressos. Ainda não foram anunciadas as bandas de abertura.
Boone encerrou sua turnê American Heart, com 50 shows, em Birmingham, Inglaterra, no dia 15 de março, em apoio ao seu álbum American Heart , lançado em 2025.
Confira as datas da Wanted Man Tour:
O The Knockturnal foi a fundo para descobrir como é a rotina de Benson Boone enquanto ele percorre os Estados Unidos em turnê.
Em uma matéria exclusiva, a equipe do site visitou a sede da Dreamliner Luxury Coaches, empresa responsável pelo transporte de grandes estrelas da música, para mostrar como o cantor vive entre os shows. A bordo de um ônibus de luxo totalmente personalizado, Benson transforma cada trecho da estrada em um verdadeiro lar sobre rodas. Confira:
Durante nossa visita à sede da Dreamliner Luxury Coaches, em Nashville, descobrimos como Benson Boone viaja pelos Estados Unidos em grande estilo. A bordo de um ônibus de última geração, totalmente personalizado de acordo com suas preferências, ele transforma cada trecho da turnê em uma verdadeira extensão do seu lar.
Embora a equipe da Dreamliner tenha sido discreta quanto aos detalhes do interior do ônibus de Benson, só podemos imaginar algo que combine com sua personalidade criativa — talvez uma cama elástica no lounge ou uma estação de artes para os momentos off-stage.
A empresa, que também atende nomes como Beyoncé, Taylor Swift e SZA, opera com uma frota de mais de 200 ônibus de luxo, levando grandes nomes da música para cidades de todo o país — sempre com conforto, segurança e estilo.
Assistimos ao show de Benson Boone na Bridgestone Arena, e a palavra que define a experiência é: inesquecível. Diante de 15 mil fãs em êxtase, o artista entregou uma apresentação intensa, vibrante e tecnicamente impecável.
Mesmo com uma produção visual impressionante — luzes, painéis de LED e cenários móveis — é o vocal poderoso e a entrega emocional de Benson que realmente conquistam. Ao sentar-se ao piano para uma balada intimista e, logo depois, pular em cima do instrumento com energia contagiante, ele evocou os grandes nomes que o inspiram — entre eles, Freddie Mercury e Elton John.
Algo que realmente nos chamou atenção foi a relação direta e sincera com os fãs. Ao longo do show, Benson fez questão de agradecer o público, apertar mãos, sorrir e criar momentos de proximidade que tornaram o espetáculo ainda mais especial. Em uma era de artistas distantes, ele mostra que a vulnerabilidade e a humanidade ainda têm espaço nos palcos.
Como dissemos antes — e agora reafirmamos — ver Benson Boone ao vivo é uma experiência única. Vai além da música. É emocional, participativa, e em muitos momentos, simplesmente linda.
Matéria do The Knockturnal traduzida pelo BBBR.
Benson Boone vem chamando a atenção do público durante a American Heart World Tour com um elemento especial em seus shows: os covers. As releituras de grandes sucessos têm se tornado um dos momentos mais aguardados da apresentação.
Na estreia da turnê, Boone emocionou ao interpretar “Sparks”, da banda Coldplay, e encerrou a primeira semana com uma poderosa versão de “Shallow”, sucesso de Lady Gaga.
Confira abaixo todos os covers apresentados até agora.
Sparks – Coldplay
Fortunate Son – Creedence Clearwater Revival
Um dos covers que mais chamou a atenção na internet e rendeu uma enxurrada de críticas positivas ao desempenho de Benson foi a interpretação da canção “When We Were Young”, de Adele. O vídeo rapidamente ganhou destaque nas redes sociais, e diversos críticos musicais, assim como veículos especializados, não pouparam elogios ao cantor, destacando sua potência vocal e sensibilidade na performance.
When We Were Young – Adele
Durante a apresentação em Cleveland, Ohio, o cantor voltou a interpretar o cover de “Sparks”
Sparks – Coldplay
Someone You Loved – Lewis Capaldi
When I Was Your Man – Bruno Mars
Shallow – Lady Gaga
Uma coisa é certa: Benson demonstra versatilidade e talento em cada interpretação. Continue acompanhando o BBBR para não perder nenhuma atualização sobre os próximos covers e as novidades da American Heart World Tour.
A estreia da nova turnê de Benson Boone, American Heart World Tour, confirmou o que os fãs já sabiam: o cantor está mais do que pronto para dominar os grandes palcos. Em um show projetado especialmente para arenas, Boone encantou o público e impressionou a crítica. Diversos veículos de mídia destacaram a performance poderosa e o carisma do artista. O Benson Boone Brasil reuniu abaixo algumas das principais reviews publicadas.
The Seattle Times
Pela primeira vez em sua jovem e meteórica carreira, era o nome de Benson Boone que aparecia em destaque nos letreiros da arena. Era seu rosto com bigode estampado nas camisetas dos fãs que lotaram a Xcel Energy Arena em St. Paul, Minnesota, na sexta-feira, quando o recém-consagrado astro do pop deu início à sua primeira turnê solo em arenas.
Há pouco mais de um ano, o cantor de Monroe, responsável por um dos maiores sucessos de 2024, “Beautiful Things”, se apresentava para 1.800 pessoas no Showbox SoDo, em meio à sua ascensão.
Na sexta-feira, o fenômeno de 23 anos lotou com facilidade uma arena para 18 mil pessoas às margens do Rio Mississippi ao iniciar sua turnê esgotada por arenas. (Para os moradores de Seattle, encarem esta resenha como um aperitivo do show que os espera quando Boone voltar ao seu estado natal para tocar na Climate Pledge Arena em 5 de outubro.)
Havia bastante expectativa na noite de estreia, enquanto os jovens fãs do galã de aparência saudável (e não apenas adolescentes histéricas) preenchiam o local. Mas ao ver Boone dominar o imenso palco com charme e desenvoltura como um veterano, não havia dúvidas de que o garoto de Washington estava pronto para o momento — iluminando a arena como os relâmpagos noturnos que dançavam pelo céu da pradaria logo após o encerramento do show de aproximadamente 100 minutos.
Não demorou para que o ex-participante do “American Idol” — agora indicado ao Grammy de artista revelação — soltasse seu falsete à la Freddie Mercury após entrar no palco em meio a fogos de artifício e começar com “I Wanna Be the One You Call”, de seu segundo álbum, American Heart. Com seu macacão característico, o astro soltou seus vocais potentes com força desde o início, saltando e deslizando pela longa passarela com um palco auxiliar em forma de coração na ponta durante “Wanted Man” e um de seus sucessos mais recentes, “Sorry I’m Here for Someone Else”.
Nesta última, Boone fez um de seus saltos mortais já característicos, se lançando de uma plataforma sob gritos e suspiros audíveis da plateia — que incluía desde crianças do ensino fundamental até seus pais igualmente empolgados. Com tantas famílias presentes numa noite de verão no Meio-Oeste, foi aquele raro show em arena onde as vendas de sorvete talvez tenham rivalizado com as de cerveja nas lanchonetes — contribuindo com a estética “tudo americano” do novo álbum de Boone e da turnê mundial American Heart World Tour.
Performer fluido e magnético, Boone aprimorou seu controle corporal com os saltos mortais durante seu tempo na equipe de saltos ornamentais da Monroe High School, mas na sexta-feira ele percorreu o palco como um corredor de longa distância, indo e voltando pela passarela. Apesar das acrobacias em cena, foram suas “acrobacias vocais” que mais impressionaram. Em pouco tempo, Boone se consolidou como um dos vocalistas masculinos mais formidáveis do pop — como se fosse um Adele com um toque mais masculino, pronto para se jogar no rock com um estilo glamouroso.
De forma impressionante, sua voz potente nunca vacilou, mesmo com toda a fisicalidade — inclusive quando foi suspenso num imenso lustre azul que o levou sobre o público durante a fantasiosa e quase carrossel-pop “Mystical Magical”. Boone girava seus falsetes em espiral como chiclete no dedo, enquanto o suor pingava visivelmente sobre a multidão boquiaberta. Mérito para Boone e sua equipe de produção por realizarem esse clássico truque de shows em arenas — o pop star voador — de forma ainda fresca e divertida.
No fundo, Boone é um showman de alma antiga com uma paleta clássica de pop/rock, adaptada ao público contemporâneo, num momento em que o pop voltou a valorizar instrumentos orgânicos. Sua banda enxuta deu conta do recado com força (e quase nenhum vocal de apoio), sem roubar o protagonismo do cantor de voz poderosa, que distribui seus crescendos monumentais com a leveza de quem levanta pesos leves.
Depois de ser levado pelo lustre até o palco B para uma eletrizante “Pretty Slowly”, ele apresentou o que chamou de “momento mais especial” da noite, preparando o terreno para sua melhor balada, “In the Stars” — um sucesso modesto em 2022, antes de sua carreira realmente decolar com o álbum Fireworks & Rollerblades dois anos depois.
Com uma referência lírica à Woods Creek Road, de Monroe, a música dedicada à sua falecida bisavó já carregava forte carga emocional no Showbox SoDo no ano anterior, quando a família de Boone estava presente. Mas ele levou a música a novos picos dramáticos diante da arena lotada, sendo erguido por uma plataforma em direção ao céu (ou pelo menos ao teto coberto de bandeiras de hóquei), num clímax emocional que transformou a dor em hino.
E não foi a única menção que os habitantes de Washington poderiam reconhecer: uma referência à Old Owen Road surgiu durante outra balada ao piano igualmente grandiosa e sentimental, “Take Me Home”, que eventualmente explodiu em trovões de rock ‘n’ roll.
Boone se ausentou brevemente, voltando com um novo macacão azul para apresentar duas faixas novas com um toque retrô, começando com “Young American Heart”. Papeis picados vermelhos e brancos caíram do teto durante a canção climática, que evocou Bruce Springsteen (com um toque de The Killers), antes de “Mr Electric Blue” mostrar que o bigode de Boone não foi a única coisa que ele trouxe dos anos 70.
Essa música divertida e animada, com uma seção de piano empolgante, parecia uma faixa disco de Elton John, com Boone finalizando a canção em cima do piano, abrindo dramaticamente o colete sob gritos agudos que fariam qualquer boy band sonhar.
Com seu novo álbum e a turnê American Heart World Tour, Boone quer provar que tem muito mais a oferecer além de “Beautiful Things” — a música mais reproduzida de 2024, que ainda permanece nas paradas. Ele provou isso com sobra na estreia da turnê, embora nem as acrobacias nem os vocais arrebatadores de “Love of Mine”, que subiu de zero a 30 mil pés em um milissegundo, tenham alcançado o mesmo impacto de “Beautiful Things”.
Poucas músicas depois de uma tocante versão de “Sparks”, do Coldplay (que parece ocupar um espaço rotativo para covers no repertório), e de uma quase açucarada “Momma Song”, Boone encerrou a parte principal do show com seu maior sucesso. Milhares de pelos no pescoço se arrepiaram no instante em que o riff de guitarra começou a pulsar na explosiva “Beautiful Things” — um golpe de pop-rock certeiro como um nocaute, ainda que Boone tenha retornado para finalizar com a igualmente pesada “Cry”.
Mesmo que “Beautiful Things” continue sendo a música que define sua carreira, o presente e o futuro são promissores para este astro pop da nova geração com alma antiga.
Fonte: The Seattle Times
USA Today
Claro que tudo começou com um salto mortal.
E com pirotecnia. E uma névoa de gelo seco. E luzes frenéticas.
No centro de tudo estava Benson Boone, desfilando com confiança em um macacão branco justo, contornado por linhas vermelhas e azuis, apontando com firmeza enquanto mergulhava na energia de “I Wanna Be the One You Call”.
Boone deu início à sua American Heart Tour com um setlist de 22 músicas no dia 22 de agosto, no Xcel Energy Center, em St. Paul, Minnesota, pronto para provar suas credenciais no pop com acrobacias já registradas como marca própria, um arsenal de músicas carregadas de vulnerabilidade — e tríceps reluzentes.
O show da última sexta-feira, com ingressos esgotados, marcou o início de uma turnê norte-americana com 33 datas — sua primeira turnê completa por arenas — que passará por grandes cidades como Boston, Nova York, Miami, Denver, Las Vegas e Seattle, antes de encerrar com três apresentações esgotadas em Salt Lake City, em outubro.
Embora Boone tenha lançado apenas dois álbuns completos — Fireworks & Rollerblades (2024) e o atual American Heart — ele emergiu da região noroeste dos EUA como um símbolo sexual e, ao mesmo tempo, um artista respeitado entre as multidões de fãs pré-adolescentes e da Geração Z que lotam os locais de seus shows.
Ou seja, sim — há algo magnético nesse jovem de 23 anos, nada convencional, que vira corações (e a si mesmo) com charme e atitude.
Ele é confiante, domina a passarela durante o refrão pegajoso de “Be Someone” e agradece calorosamente o público antes de um vibrante coro coletivo em “Beautiful Things”, seu grande sucesso, quase no fim do show de quase duas horas.
O visual retrô de Boone — com um bigode estilo anos 70, roupas que podem ser descritas como “chique frentista” e quase uma monocelha — também se reflete na sua música.
Seu lento “passeio pelos céus” pendurado em um lustre azul (que balançava perigosamente alto) durante “Mystical Magical” foi ao mesmo tempo um espetáculo visual digno de gritos e uma chance de apreciar a leveza da música, que remete abertamente ao pop vintage.
Em “Mr. Electric Blue” — uma homenagem ao pai e a faixa mais robusta do novo álbum — Boone sorriu enquanto tocava guitarra imaginária, subindo por uma rampa inclinada em direção ao seu piano espelhado. Suas mãos talvez não fossem tão velozes quanto as de um pianista clássico, mas sua postura e roupa chamativa (que deixava os abdominais à mostra) evocaram um jovem Elton John no auge, comandando uma melodia.
Boone também busca referências vocais em Freddie Mercury, do Queen, espalhando sua voz de múltiplas oitavas em músicas como “Man in Me” — cheia de emoção — e na balada delicada ao piano “In the Stars”, apresentada sobre um piano azul, na ponta de uma passarela que se estendia por toda a arena.
“Em algum momento da vida de vocês, essa música vai significar algo”, disse Boone ao público, com um tom quase de orientador escolar, ao falar sobre perdas (a canção foi escrita para sua bisavó falecida).
O ousado design de palco do show permite ao cantor máxima liberdade física, com escadas vermelhas brilhantes nas laterais de um palco circular e plataformas hidráulicas que funcionam como base para as frequentes acrobacias aéreas — provavelmente motivo de preocupação para sua seguradora.
Não há como negar o talento nato de Boone para o entretenimento, evidenciado em “Young American Heart”, quando corações de papel vermelhos, brancos e azuis caíram do teto, e também em cada momento em que ele se inclinava para tocar as mãos dos fãs, aceitava bonés ou acenava com entusiasmo.
Por outro lado, sua inclinação para baladas — incluindo a bem-intencionada “Momma Song” e faixas mais lentas como “Drunk In My Mind” e “Love of Mine” — segue uma cadência parecida, o que pode comprometer o ritmo do show, apesar da carga emocional que carregam.
Quando Boone e sua banda de quatro integrantes mergulham em músicas como “There She Goes” ou dançam pela passarela ao som de “Sugar Sweet”, o dinamismo chega ao máximo — e seu potencial como artista duradouro fica evidente.
Boone talvez não esteja reinventando a música pop, mas é um representante sólido de um pop sincero e emocional. Que ele continue aterrissando com firmeza depois de cada voo.
Fonte: USA Today
A noite de ontem foi especial para nós, fãs de Benson Boone. Após meses de espera, a American Heart World Tour finalmente começou! A turnê, em comemoração ao segundo álbum — American Heart —, teve início nos Estados Unidos, na cidade de Saint Paul, Minnesota, para cerca de 20 mil fãs que lotaram a arena Xcel Energy Center.
Caso você não tenha acompanhado a nossa cobertura, confira abaixo tudo o que rolou nessa noite tão especial.
Pré-show
Fotos do palco
Após o show de abertura do cantor inglês Elliot James Reay, músicas começaram a tocar na arena, acompanhadas por vídeos interativos de Benson Boone exibidos no telão.
Show
Benson Boone subiu ao palco por volta das 23h10 (horário de Brasília), com um vídeo produzido especialmente para a abertura sendo exibido no telão. Ele iniciou o show com I Wanna Be the One You Call, do seu mais novo álbum. A seguir, você confere um resumo com os principais destaques da primeira noite da turnê.
Benson Boone surpreendeu o público com uma produção impressionante. Durante a performance de Mystical Magical, o artista surgiu sobrevoando a arena em um lustre, criando um dos momentos mais marcantes da noite.
Um dos momentos mais marcantes da noite foi o cover de Sparks, música da banda Coldplay. A escolha da canção ocorreu por meio de uma dinâmica interativa: um canhão lançou uma camiseta com o nome do cover que Benson deveria apresentar. Os fãs foram informados de que haverá um cover diferente a cada noite da turnê — e mal podemos esperar para descobrir os próximos!
Em meio a uma plateia que cantava seus maiores sucessos, Benson Boone apresentou Beautiful Things e encerrou o show com Cry, faixa de seu álbum de estreia, Fireworks & Rollerblades.
Setlist completa
Em entrevista exclusiva à PEOPLE, Benson Boone abre o coração sobre a maior turnê de sua carreira, os bastidores de um ano repleto de conquistas e a forma especial como tem se conectado com seus fãs.
Prestes a dar início à American Heart Tour, que marca uma nova fase em sua trajetória musical, o cantor e compositor de 23 anos compartilhou detalhes sobre os preparativos intensos para os palcos, sua colaboração inusitada com o Google Maps e os momentos inesquecíveis que tornaram 2025 o ano mais marcante de sua vida — incluindo sua performance no Grammy, uma surpresa no Coachella ao lado de Brian May e o lançamento do clipe de Mr. Electric Blue. Confira abaixo:
Enquanto Benson Boone se prepara para lançar sua maior turnê até agora, ele relembra os tempos em que sonhava com “NIGHTS LIKE THESE”.
Antes de iniciar sua American Heart Tour na sexta-feira, 22 de agosto, em Saint Paul, Minnesota, o cantor e compositor conversou com a PEOPLE para falar sobre seus planos para a estrada, sua parceria com o Google Maps e seu ano monumental.
“Essa turnê é muito diferente de tudo o que já fiz antes”, Boone, de 23 anos, conta com exclusividade à PEOPLE.
“É muito maior e parece um passo gigantesco em relação à última turnê”, diz ele, acrescentando que essa é a primeira vez que ensaia para um show.
Antes, Boone e sua banda apenas “conheciam as músicas” e “improvisavam no palco”. Desta vez, ele tem grandes planos.
“[Temos] um palco muito maior do que qualquer um que eu já tenha visto e há pequenos momentos coreografados, figurinos melhores, e todos estão um pouco mais concentrados”, ele conta. “Ensaiamos por cerca de duas semanas, o que provavelmente não parece nada interessante, mas é algo muito importante para mim.”
A turnê é em apoio ao mais recente álbum de estúdio de Boone, American Heart, lançado em 20 de junho e que estreou em 2º lugar nos Estados Unidos e no Canadá. Boone escreveu o álbum com Jack LaFrantz, e ele é um reflexo das “diversões e boas memórias que temos”. Acima de tudo, as músicas foram feitas para serem apresentadas ao vivo.
“Algumas das minhas músicas mais antigas eram difíceis de performar às vezes, porque eu tenho muita energia no palco, e é difícil cantar baladas repetidamente,” ele diz.
Quando perguntado quais músicas está mais empolgado para apresentar, Benson responde que são “Wanted Man” e “Reminds Me of You”.
Para a turnê, Boone fez uma parceria com o Google Maps para aumentar ainda mais a empolgação. A colaboração inclui um avatar de direção em edição limitada, permitindo que os fãs dirijam como Boone em seu Mustang verde. O cantor de “Slow It Down” também selecionou uma lista de lugares aventureiros nas cidades da turnê pelos EUA e Canadá, incluindo todos os seus favoritos, como Taco Bell, pistas de patinação, parques de skate e mais.
“Estou muito ansioso para dar início [à turnê] há quase um ano,” ele diz, acrescentando que a parceria é “algo muito especial para mim, de uma forma muito sutil.”
“Posso me conectar com os fãs só para que eles entendam o que eu gosto, os lugares que quero conhecer e as coisas que me interessam… Sou um cara simples,” diz Boone.
Entre os shows, Boone planeja passar os dias colocando o sono em dia e jogando Spikeball, frisbee ou andando de patins com os amigos.
A turnê se encerrará em 4 de dezembro, em Abu Dhabi — e, ao refletir sobre o ano, Boone diz que foi o seu “maior” até agora. Três momentos marcantes se destacam para ele: o Grammy, onde apresentou “Beautiful Things”; o Coachella, onde surpreendeu o público ao lado de Brian May, do Queen; e a gravação do videoclipe de “Mr. Electric Blue”.
“Conheci tantas pessoas novas que admiro e que acho incríveis,” ele diz sobre o Grammy. “Sinto que foi a primeira vez que muita gente me viu.”
Ele acrescenta: “Sei que muita gente ouviu ‘Beautiful Things’, e acho que a maioria dessas pessoas não faz a conexão entre Benson Boone e ‘Beautiful Things’, e acho que essa apresentação ajudou nisso.”
Matéria da PEOPLE traduzida pelo BBBR.
Neste ponto, seja você um super fã ou apenas um consumidor casual da cultura pop, é bem provável que já tenha ouvido o nome Benson Boone. Talvez você tenha visto Heidi Klum e Nikki Glaser literalmente rasgando a roupa dele durante a apresentação do medley de Melhor Artista Revelação no Grammy, ou se deparado com trechos de sua performance para a fragrância da Emporio Armani na sua página “Para Você” do TikTok. Existe a chance de você ter visto o nome dele nas manchetes por conta de seu relacionamento com a criadora Maggie Thurmon — e uma chance ainda maior de já ter ouvido seu hit viral “Beautiful Things” aproximadamente um milhão de vezes. Ele é uma estrela pop completa, que dá piruetas, com a ascensão meteórica com a qual a maioria dos músicos só consegue sonhar. E agora, Boone está prestes a dar início à etapa norte-americana de sua turnê American Heart World Tour amanhã.
Abaixo, ele compartilha por que começou a fazer mortais para trás, as cantoras que o deixam nervoso e seu amor inesperado por reality shows — incluindo um carinho especial por The Kardashians.
Você é conhecido pelos seus mortais. Como mantém suas pernas e músculos fortes?
BB: Como faço isso o tempo todo, acabei desenvolvendo força nas pernas para conseguir fazer toda noite. É como treinar para um esporte. Eu não faço mortais só no palco. Claro, também não faço aleatoriamente em público — é mais quando estou sozinho com meus amigos fazendo coisas malucas.
Você simplesmente decidiu um dia: “Vou fazer um mortal para trás”?BB: Honestamente, não foi muito diferente disso. Eu era bem pequeno, tipo uns 4 anos. Vi meu pai fazendo um mortal para trás e achei muito legal. Pensei: “Cara, eu preciso fazer isso.” Fui e dei um salto do sofá, surpreendentemente consegui aterrissar, e depois disso comecei a fazer mortais pelo bairro inteiro.
Além do perfume Stronger With You da Emporio Armani, qual é um cheiro que você ama?
BB: Red Bull. É muito bom. Não sei o que é. Não sei o que eles colocam naquilo — e, sinceramente, nem quero saber — e acho que é por isso que gosto. Nem estou tentando fazer propaganda do Red Bull aqui, mas é um cheiro muito marcante.Como você se prepara para um show?
BB: Na verdade, eu nem penso muito nisso. Uma boa parte da preparação para um show é simplesmente tomar seu erva-mate. O Red Bull é para depois. Eu só fico animado com meus amigos, família ou namorada. Não fico super nervoso, então ainda é muito divertido para mim sentir o coração bater um pouco mais rápido. Estou simplesmente pronto para fazer um show.Você não fica nervoso?
BB: A única vez que fiquei realmente nervoso foi no Grammy. Eu estava cantando na frente da Beyoncé, Taylor Swift, Billie Eilish e Olivia Rodrigo. Com certeza fiquei meio que fazendo xixi nas calças.Você é conhecido pelos seus figurinos. Quem são seus ícones de estilo?
BB: Eu adoro o estilo do Elton John, do Freddie Mercury, do Michael Jackson — até do Elvis Presley e do Bruce Springsteen. Sou alguém que gosta de se divertir e ser expressivo. Mas nem sempre quero usar as roupas mais malucas e elaboradas. Às vezes gosto só de uma regata e jeans. Eu simplesmente sigo o que estou sentindo. Estar no palco é uma chance de elevar meu estilo, mas o que eu uso no palco nem sempre é o que usaria no dia a dia indo a um posto de gasolina.Se tivesse tempo na sua agenda, em qual reality show você gostaria de participar?
BB: The Kardashians — essa é a única resposta.Você manda muito bem nas redes sociais. O que aparece na sua For You Page ultimamente?
BB: Ultimamente, honestamente, recebo muitos vídeos de cachorros. Isso até me confunde, porque normalmente passo direto. Mas alguns eram realmente fofos, e talvez eu tenha assistido tempo demais.Como sua relação com as redes sociais mudou ao longo do tempo?
BB: Tenho tentado usar menos as redes sociais. Ultimamente, tem muita gente expressando opiniões sobre mim. Seja coisa boa ou ruim, não gosto de ficar vendo vídeos sobre mim o tempo todo.O que os fãs podem esperar da sua turnê?
BB: Vai ser o show mais bem pensado que já fiz. Passei os últimos seis meses pensando e planejando cada música — o que vai aparecer nas telas, o que vou fazer, e o que vou vestir. É um mundo inteiro que construí na minha cabeça. Estou muito empolgado para que as pessoas vejam.
Matéria da ELLE traduzida pelo BBBR.
Ah, o Lollapalooza Brasil 2025… um evento que vai ficar para sempre na memória de todos os fãs de Benson Boone! Se você teve a sorte de estar lá, sabe que a apresentação foi incrível, e se não pôde comparecer, nós estamos aqui para relembrar todos os detalhes dessa performance histórica.
Uma coisa é certa: estamos morrendo de saudades dele no Brasil! A nova turnê, American Heart World Tour, começa na próxima sexta-feira, dia 22 de agosto. Será que teremos um gostinho dessa turnê por aqui em 2026? O que nos resta agora é aguardar!
É com grande entusiasmo que damos início a este espaço dedicado ao talentoso artista Benson Boone. O Benson Boone Brasil foi criado com o propósito de reunir admiradores de seu trabalho e oferecer conteúdo de qualidade, sempre atualizado e acessível ao público brasileiro.
Nosso objetivo é promover e valorizar o trabalho de Benson Boone, além de fortalecer a comunidade de fãs no Brasil com responsabilidade, respeito e admiração.
Agradecemos a sua visita e esperamos que aproveite a experiência.
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